Thursday, March 24, 2016

Connexão Cultural: Capoeira-crayon sobre papel 1974


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Pintor: Hectór Julio Paride (se chamava de Carymbé)
Data: 1974
Título: Capoeira-Crayon sobre papel

A capoeira faz uma grande parte da cultura brasileira e também aparece na peça de Dias Gomes. Ainda é comum ver rodas de capoeira nas praças ou em lugares espíficas para praticá-la. Nesta pintura de Carymbé, vemos uma roda típica com instrumentos típicos: birembau e pandeiro. As rodas de capoeira são comuns em Bahia onde Dias Gomes nasceu e influeciou ele de tal maneira que ele colocou uma roda de capoeira na peça dele e os capoeiros fazem uma para significativa no final da peça.

Sunday, March 20, 2016

Entrada 10: O morcego

O poeta Augusto dos Anjos usa a metáfora do morcego para mostrar como a consciência humana fica agitada e irrita a pessoa. O poeta fica chateado logo no início do poema quando o morcego entra o quarto. Ele descreve o morcego como a “bruta ardência” que significa que algo está quimando o poeta (Anjos 126). Estas palavras mostra como o morcego é um fardo e uma carga e não é uma coisa legal para ter na casa. O poeta quer tirar este fardo da casa, que é similar com alguém que quer tirar as responsabilidades que a consciência traz. Ter consciência às vezes é difícil porque alguém com consciência tem muito mais responsibilidade e tem um peso maior para tomar a decisão certa do que alguém que não tem uma consciência. O poeta usa a irritação com o morcego para mostrar esta dimensão da obrigação que a mente tem.
O poeta usa como o morcego se move no quarto para mostrar como a mente humana sempre está presente e não tem descanso. O poeta descreve como o morcego está voando “circularmente sobre a minha rede,” que descreve como a mente às vezes fica circulando com os mesmos problemas na vida e não tem descanso, nem a noite quando deveria descansar (Anjos, 126). Também o poeta descreve a sensasão de focar num problema ou num pensamento quando diz “minh’alma se concentra,” (Anjos, 126). Focar num pensamento só é muito difícil fazer porque tem que concentrar no pensamento e fazer esforço para pensar. A metáfora do morcego ajuda com essa descrição da mente porque o morcego é difícil tirar da casa, como os pensamentos são dificéis tirar da mente. Também o morcego voa em círculos que é aparecido como os pensamentos da mente porque muitas vezes eles não têm ordem nem significado mas continum frustrando a consciência.

Thursday, March 3, 2016

Entrada 9: Autopsicografia

"E assim nas calhas de roda / Gira, a entreter a razão / Esse comboio de corda / Que se chama o coração" -- Autopsicografia, Fernando Pessoa, página 165

Em nossa aula, nós falamos sobre o relacionamento entre a razão e o coração. Eu fiquei pensando em como nós sempre falamos que a nossa mente, ou a razão, é uma coisa seperada de nosso coração, mas realmente estes dois sentimentos vem do mesmo lugar porque nosso coração não consegue sentir nada. É interesante ver que não é só uma lingua que fala desse jeito, mas várias, basicamente todas. Então mesmo que não tem nenhuma coisa física do coraçõa além de ser um agente para ajudar nossa circulação, nós pensamos nele como a fonte de emoção.

Também fiquei pensando nas pessoas diferentes. A pergunta na aula foi se penso com meu coração ou com a razão. Eu realmente uso os dois para tomar minhas decisões, porque eu fico pensando por muito tempo antes de tomar uma decisão grande, mas ou eu começo ou termino com o sentimento, ou o "gut feeling". Por exemplo, ano passado, o tempo chegou para assinar um novo contrato com o apartamento, ou mudar para um outro lugar. Eu estava totalmente feliz com minha vida no meu apartamento, eu me dava muito bem com minhas colegas de quarto e tudo estava indo bem. Mas eu senti que precisava mudar. Mas eu não tomei a decisão no momento que eu senti. Eu pensei por algumas semanas eu falei com meus pais e minhas amigas e depois finalmente tomei minha decisão de mudar. Eu acho que se eu tivesse tomado a decisão logo depois de sentir que precisava mudar, não seria satisfeita e sempre teria dúvida se fosse a decisão certa. Mas porque eu usei os dois lados da minha mente, a emoção e a razão, eu fiquei feliz e soube que realmente era a decisão certa. Então eu realmente creio que quando tomamos as decisões precismos usar ambos a razão e a emoção.