O poeta Augusto dos Anjos usa a metáfora do morcego para mostrar como a
consciência humana fica agitada e irrita a pessoa. O poeta fica chateado logo
no início do poema quando o morcego entra o quarto. Ele descreve o morcego como
a “bruta ardência” que significa que algo está quimando o poeta (Anjos 126).
Estas palavras mostra como o morcego é um fardo e uma carga e não é uma coisa
legal para ter na casa. O poeta quer tirar este fardo da casa, que é similar
com alguém que quer tirar as responsabilidades que a consciência traz. Ter
consciência às vezes é difícil porque alguém com consciência tem muito mais
responsibilidade e tem um peso maior para tomar a decisão certa do que alguém
que não tem uma consciência. O poeta usa a irritação com o morcego para mostrar
esta dimensão da obrigação que a mente tem.
O poeta usa como o morcego se move no quarto para mostrar como a mente
humana sempre está presente e não tem descanso. O poeta descreve como o morcego
está voando “circularmente sobre a minha rede,” que descreve como a mente às
vezes fica circulando com os mesmos problemas na vida e não tem descanso, nem a
noite quando deveria descansar (Anjos, 126). Também o poeta descreve a sensasão
de focar num problema ou num pensamento quando diz “minh’alma se concentra,” (Anjos,
126). Focar num pensamento só é muito difícil fazer porque tem que concentrar
no pensamento e fazer esforço para pensar. A metáfora do morcego ajuda com essa
descrição da mente porque o morcego é difícil tirar da casa, como os
pensamentos são dificéis tirar da mente. Também o morcego voa em círculos que é
aparecido como os pensamentos da mente porque muitas vezes eles não têm ordem
nem significado mas continum frustrando a consciência.
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