Sunday, March 20, 2016

Entrada 10: O morcego

O poeta Augusto dos Anjos usa a metáfora do morcego para mostrar como a consciência humana fica agitada e irrita a pessoa. O poeta fica chateado logo no início do poema quando o morcego entra o quarto. Ele descreve o morcego como a “bruta ardência” que significa que algo está quimando o poeta (Anjos 126). Estas palavras mostra como o morcego é um fardo e uma carga e não é uma coisa legal para ter na casa. O poeta quer tirar este fardo da casa, que é similar com alguém que quer tirar as responsabilidades que a consciência traz. Ter consciência às vezes é difícil porque alguém com consciência tem muito mais responsibilidade e tem um peso maior para tomar a decisão certa do que alguém que não tem uma consciência. O poeta usa a irritação com o morcego para mostrar esta dimensão da obrigação que a mente tem.
O poeta usa como o morcego se move no quarto para mostrar como a mente humana sempre está presente e não tem descanso. O poeta descreve como o morcego está voando “circularmente sobre a minha rede,” que descreve como a mente às vezes fica circulando com os mesmos problemas na vida e não tem descanso, nem a noite quando deveria descansar (Anjos, 126). Também o poeta descreve a sensasão de focar num problema ou num pensamento quando diz “minh’alma se concentra,” (Anjos, 126). Focar num pensamento só é muito difícil fazer porque tem que concentrar no pensamento e fazer esforço para pensar. A metáfora do morcego ajuda com essa descrição da mente porque o morcego é difícil tirar da casa, como os pensamentos são dificéis tirar da mente. Também o morcego voa em círculos que é aparecido como os pensamentos da mente porque muitas vezes eles não têm ordem nem significado mas continum frustrando a consciência.

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