"Mas o que estão a imaginar? Isso aqui é apenas um menino--ou macaquinho--de papel e tinta. E, depois, se fosse de verdade, o menino poderia morrer mordido pela cobra. Ou etnão matar a cobra e tornar-se um homem. No caso do macaquinho, tornar-se um macacão...Mas nãos se esqueçam, são todos de papel e tinta..." -- Conto (não conto), Sergio Sant´Anna, página 71-72.
Como nós falamos em nossa aula, é diferente quando o narrador quebra o espeço entre a narração e nós, os leitores. Neste conto, o narrador está nos lembrando que o papel é algo que pode criar qualquer coisa, mas também o que existe no papel não é real. Na minha opinião, um autor de sucesso é alguem que consegue escrever de uma maneira tão real que nós suspendemos nossa descrença voluntariamente. Então é interessante que o Sant´Anna quebra este parede para nós.
Eu fiquei pensando nesta citação por muito tempo para tentar entender os varios significados do texto. Eu comecei a pensar na minha própia vida e como eu preciso parar o que estou fazendo para que possa olhar na situação. As vezes tem sitações na minha vida aparecidas com o menino ou o macaquinho estão em perigo. Eu fico tão preocupada com meus problemas que eu esqueço de dar um passo para atrás e pensar que o que estou passando é "apenas...papel e tinta." Meu mundo não vai cair com os problemas que tenho e ás vezes são tão insignificantes que esquecerei deles no futuro. Minha vida é como um papel: eu posso fazer qualquer coisa com ela.
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